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Em 2020, cresce o abate de suínos e frangos e cai o de bovinos

Por em 22 de março de 2021

Após três anos de crescimento, o abate de bovinos caiu 8,5% em 2020, atingindo 29,7 milhões de cabeças. Por outro lado, o abate de suínos aumentou 6,4% e atingiu novo recorde, chegando a 49,3 milhões de cabeças. Da mesma forma, o abate de frangos subiu: 3,3% em 2020 contra 2019, totalizando 6 bilhões de cabeças, novo recorde da série histórica iniciada em 1997.

A aquisição de leite teve alta de 2,1% e chegou a 25,5 bilhões de litros, também recorde da série histórica. No entanto, a aquisição de couro (30,8 milhões de peças) caiu 7,4% em relação a 2019. Já a produção de ovos aumentou 3% e chegou a 3,96 bilhões de dúzias, novo recorde na série histórica iniciada em 1987.

Após três anos de altas, abate de bovinos cai em 2020

Em 2020, foram abatidos 29,7 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal), uma queda de 8,5% em relação a 2019 após três anos de crescimento na atividade.

O único mês a apresentar variação positiva frente a 2019 foi junho (mais 68,6 mil cabeças), enquanto a queda mais intensa foi verificada em abril (menos 382,6 mil cabeças).

Houve quedas em 24 das 27 Unidades da Federação e as mais expressivas, por exemplo, foram em Mato Grosso (menos 573,6 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (menos 346,1 mil cabeças), Bahia (menos 237,2 mil cabeças) e Goiás (menos 220,3 mil cabeças). O único estado com mais de 1% de participação no abate bovino a apresentar alta foi Santa Catarina (mais 59,5 mil cabeças).

Mato Grosso continuou liderando o ranking das UFs do abate de bovinos em 2020, com 17,1% da participação nacional. Depois disso, vem Mato Grosso do Sul (10,9%) e São Paulo (10,5%).

Cresce retenção de fêmeas no 4º trimestre

Ao longo de 2020 foi constatado um crescimento na proporção de machos abatidos em relação às fêmeas. Por exemplo, no 4º trimestre foram abatidos 7,3 milhões de cabeças, queda de 9,6% frente ao mesmo período de 2019 e 5,5% abaixo do 3º tri de 2020. O resultado mais baixo para um 4° trimestre desde 2010.

A maior queda foi identificada no abate de fêmeas. Na categoria vacas, por exemplo, foram abatidas 1.564 cabeças no 4º trimestre de 2020 – volume 25,1% menor que o mesmo período de 2019 e 16,2% menor que o 3º trimestre de 2020. Já na categoria novilhas, a redução foi de 22,2% no comparativo com 4º trimestre de 2019 e 21,6% no comparativo com o 3 º trimestre de 2020, somando 660 cabeças abatidas.

Fonte: IBGE

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